Top 5: Gossip Girl

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Minha série favorita de todos os tempos está finalmente acabando. Para ser honesta, achei que devia ter acabado há muito tempo, mas já estou sentindo falta agora que falta dois episódios. Me desesperei, gritei OMG, torci, odiei, chorei, amei, segui Gossip Girl. Então, em homenagem a isso, criei o Top 5 de Gossip Girl. 

TOP 5: Serena


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Não tem como falar de Gossip Girl sem falar de moda, e Serena, a It Girl que ela é, dá um show. Foi muito difícil fazer esse Top 5, e fiz por opinião pessoal. O quinto lugar, o que ela usou no primeiro episódio da segunda temporada, não tinha como deixar de fora - foi o que inspirou o meu vestido da formatura, o que me deixou eternamente apaixonada por vestidos brancos. Adorei a leveza e a simplicidade do vestido e achei que a Serena parecia uma deusa grega. O que ficou com o quarto lugar, usado na última temporada, é lindíssimo, principalmente por ser tão diferente. E esse terceiro? Até com um vestido “básico” Serena mostra porque ela é A Serena. 

O segundo lugar vai para esse look que ela usou em Paris, achei lindo e super estiloso, quem dera eu ser Serena para usar roupas assim no meu dia-a-dia. O primeiro lugar vai para esse Zuhair Murad que só fica perfeito nela e ainda por cima resume direitinho o estilo da Serena: sexy, ousado e elegante.

Top 5: Blair Waldorf

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Ok, escolher as melhores roupas da Blair acabou sendo muito mais difícil do que escolher para a Serena, porque eu acabo gostando mais das roupas que a Blair usa para o dia-a-dia. Em quinto lugar está o vestido fofo que a Blair usa para o primeiro desfile de suas roupas, e adorei a combinação de estampa de onça no vestido e dezebra no sapato, deu certo. Quarto lugar vai para o vestido que ela usa no seu baile de debutante (teve dois bales de debutantes depois desse e nenhum conseguiu superar), ela ficou clássica, elegante e com um ar frio e poderoso, bem a imagem que a Blair queria passar para o mundo. Esse terceiro representa todo o estilo cotidiano da Blair (principalmente da primeira temporada), com cabelo perfeito, meia calça, renda, vintage, headband e cara de bonequinha.

E o que falar desse Oscar de La Renta que ela usou em Paris? Me dá! Honestamente, quando vi as fotos eu achei ele só “bonito” (o que não é muito no nível Gossip Girl), mas quando vi o episódio, vi o movimento, a cor e o contraste que dá, simplesmente me apaixonei, vestido digno de princesa. O primeiro lugar vai para o Elie Saab azul (que eu estou achando que é o vestido de casamento dela com Chuck) dos meus sonhos! SEMPRE sonhei em usar um Elie Saab azul, daí os produtores e estilistas vão lá e colocam ele bem no que eu acho que vai ser o último episódio. Essa cor, esse bordado de flores, a leve transparência… E essa tiara? Queen B. 

Quero dizer, sério: 

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                              Meus pontos favoritos de Gossip Girl:

So much closer

Closer é um filme que se tu assiste no momento certo, vira seu favorito. É um filme diferente, ousado, realista, com diálogos incrível e ótimos atores. Gosto especialmente da Natalie Portman, tanto da atriz quanto do personagem que ela atua, e do lindo do Jude Law, obviamente. 

Para esclarecer, eu não quero fazer um tumblr de resenhas, só quero colocar aqui tudo o que me inspira. Acho Closer um filme incrível, fico de boca aberta com algumas cenas. 

Where? Show me! Where is this love? I can’t see it, I can’t touch it. I can’t feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can’t do anything with your easy words.

Os personagens são cheios de qualidade e defeitos, e o filme mostra até uma visão meio pessimista dos homens. Acho que a única personagem que é difícil de se identificar, ou de achar alguém na vida real parecido com tal, é a Alice. Não consigo ver muitos defeitos “reais” nela: ela é linda, misteriosa, divertida e inteligente, mas de uma forma meio distante, irreal e até frágil. Já os outros não - há traição, grosseria, sinceridade, mentiras, desilusão… 

Não consigo explicar muito bem porque eu gosto desse filme. Talvez eu tenha que assistir de novo. 

Dan: I fell in love with her, Alice. 
Alice: Oh, as if you had no choice? There’s a moment, there’s always a moment, “I can do this, I can give into this, or I can resist it”, and I don’t know when your moment was, but I bet you there was one. 

(meu quote favorito, é exatamente isso que eu penso em relação a “eu me apaixonei por ele, não pude controlar”. Ta, conta outra.) 

Todas garotas deveriam ter como ícone Audrey Hepburn

I believe in pink. I believe that laughing is the best calorie burner. I believe in kissing, kissing a lot. I believe in being strong when everything seems to be going wrong. I believe that happy girls are the prettiest girls. I believe that tomorrow is another day and I believe in miracles. .

Nós garotas somos muito preocupadas com beleza, com conseguir o corpo perfeito, com ter um cabelo macio e brilhante. Eu sou muito preocupada com isso. Teve um época que foi até deprimente, pois eu olhava para as garotas consideradas lindas e achava que nunca seria como elas - tamanho normal, bronzeadas, cabelo liso… Eu nunca me encaixaria nesse estereotipo. 

Mas então eu comecei a pensar na Audrey e decidi que tudo isso não importava, que verdadeira beleza é muito mais do que aparência. Não estou falando de beleza interior, estou falando que a Audrey Hepburn ficou mundialmente conhecida não por ter o rosto ou curvas perfeitas (até porquê, na época, o corpo ideal era de Marilyn Monroe, não das Angels de Victoria’s Secret), mas por causa da sua beleza autêntica e natural. 

Audrey Hepburn, além de linda, era elegante, tinha classe, não precisava de decote para chamar atenção. Ela brilhava com seu charme e com sua simpatia. E Audrey é minha maior inspiração não porque eu quero ser como ela, mas porque ela mostra que você não precisa seguir os moldes dos outros, ela mostra o poder da sutilidade e elegância, e que um brilho no olhar e um sorriso verdadeiro no rosto pode valer mais do que um decote. Por causa dela eu sei que não preciso ser como as outras, que não preciso ficar com não sei quantos caras, não preciso me comportar vulgarmente para chamar atenção. Que vale muito mais sorrir e não ser correspondida do que ser sempre séria e ficar se preocupando no que os outros vão pensar. 

PS: para mim, uma das cenas em que a Audrey está mais linda é quando ela canta Moon River em Bonequinha de Luxo, os olhos e o sorriso dela são lindos. 

The beauty of a woman must be seen from in her eyes, because that is the doorway to her heart, the place where love resides.- Audrey Hepburn

A genialidade de Jane Austen e a beleza de Orgulho e Preconceito

Eu nunca me enjoo de Orgulho e Preconceito, até ouso dizer que é meu filme favorito. Não importa quantas vezes eu assista, a história sempre é linda e me prende do início ao fim. 

Eu queria fazer um post desse filme porque sábado, no meio da madrugada, foi a primeira vez que chorei assistindo. Talvez por causa da TPM, talvez por causa de uma conversa que tinha tido com uma amiga há uns dias, mas vi a história com olhos diferentes, prestando mais atenção nos detalhes. Porque é isso que faz a história ser clássica, linda e atemporal. 

Acho que é essa a genialidade dos livros de Jane Austen. Ela faz romances que todas as garotas sonham, mas sem excesso de doçura ou perfeição. O amor de Elizabeth e Mr. Darcy tem um certo quê de maturidade, mesmo quando os personagens agem de maneira meio infantil. 

A cena acima é uma das mais bonitas do filme, na minha humilde opinião. E só fui a entender direito depois de assistir o vídeo dos bastidores do filme, que explica que na época qualquer contato entre um homem e mulher é uma grande coisa, por isso a cara de espanto da Elizabeth quando Mr. Darcy segurou sua mão para a ajudar. E por isso que as danças também significam tanto, pois é a única hora em que um casal está “sozinho”. 

Não sei qual cena eu gosto mais: a que Darcy declara seu amor no meio da chuva e Elizabeth recusa sua mão cheia de orgulho e raiva, a atuação dos dois está ótima e eu tenho muita pena do Darcy; ou a cena em que Elizabeth visita a casa de Darcy e o encontra inesperadamente lá, quando ela está começando a perceber o erro que cometeu, arrependendo-se ao ver que ele não era quem ela pensava que ele era.

E quando você pára para pensar, a situação é diferente (toda as regras da sociedade eram diferentes), mas é muito fácil de se identificar com os dois personagens principais. Elizabeth de uma certa forma achou Darcy interessante desde o início, até ouvir um comentário rude dele sobre ela e ela começar a criar um rancor por ele. Ninguém parece gostar dele e Elizabeth, já meio magoada com o comentário, começa a pensar coisas ruins a respeito dele. Depois de ter recusado se casar com ele de forma tão horrível, ela começa a perceber que estava errada e a entender ele melhor, e só consigo imaginar como foi horrível para ela pensar que ela podia ter tudo o que ela queria, mas estava cega pelo seu orgulho.

Enfim, não sei como alguém pode não gostar desse filme - na realidade, nunca encontrei ninguém que não gostasse. A fotografia e a trilha sonora são incríveis (menção honrosa para a cena do penhasco e da chuva, cenas maravilhosas), o romance é lindo sem ser clichê, os personagens principais são interessantes, Darcy é lindo e Elizabeth é super identificável sem ser sem graça (leia-se: não é como a Bella Swan). É o tipo de filme que você fica mesmerizada pelas mais pequenas coisas, como o jeito que tal personagem ri, olha ou fala (claro que estou falando do Darcy)

Mr. Darcy: So this is your opinion of me. Thank you for explaining so fully. Perhaps these offences might have been overlooked had not your pride been hurt by my honesty… 
Elizabeth Bennet: *My* pride? 
Mr. Darcy: …in admitting scruples about our relationship. Could you expect me to rejoice in the inferiority of your circumstances? 
Elizabeth Bennet: And those are the words of a gentleman. From the first moment I met you, your arrogance and conceit, your selfish disdain for the feelings of others made me realize that you were the last man in the world I could ever be prevailed upon to marry. 
[they look at each other for a long time as though about to kiss
Mr. Darcy: Forgive me, madam, for taking up so much of your time. 

This is not a love story, this is a story about love.

      

Eu tive que assisti o filme umas três vezes para saber por que tantas pessoas amavam essa história. Me sentia meio idiota por ter sido a única que acho o filme só bonitinho… Me senti ainda mais idiota quando finalmente entendi a genialidade do filme. 

O filme é real, mostra com uma filmografia esperta e interessante o fato de que o amor verdadeiro não é sempre perfeito. Que você pode adorar uma pessoa, até mesmo amar ela, e não querer ficar com ela. Que você pode gostar de uma pessoa incrível e de repente esse sentimento muda - em menos de 500 dias. Que você pode ficar tão presa em alguém e acabar achando erroneamente que ele é perfeito, pensar que ele é melhor do que você, acabar passando reto pelos defeitos dele - e como essa falsa ideia pode ser prejudicial. E que desilusões amorosas acontecem e não há como evitá-las. 

Eu amei porque, por mais que certas amigas possam discordar, nenhum personagem faz nada de errado - quero dizer, nada desumano -, mas mesmo assim um acaba sofrendo por semanas. E eu posso identificar tanto com o Tom quanto com a Summer. Por mais que eu tenha falado várias vezes que “sou muito Tom”, pois também tenho essas idealizações românticas e sou meio boba quando tenho quedinha por alguém, eu super entendo o ponto de vista da Summer. É uma péssima situação a dela também. Ter um cara super legal, interessante e fofo no seu lado, e não se apaixonar por ele. Ou se apaixonar e depois não sentir mais nada. Como ela mesma diz, “she was never sure with him”. Já passei por situação semelhante, e entendo porque ela diz que não acredita no amor, que amor é uma ilusão. Às vezes é difícil de acreditar mesmo, pois não faz sentido não se apaixonar por certas pessoas, ou quando o amor simplesmente desaparece. Acho que talvez essa tenha sido uma das coisas que Tom aprendeu no “último dia com ela”, que amor é acaso, não destino, e que ele não faz muito sentido mesmo.